Acredite se quiser

Organização sem fins lucrativos paga 35 mil reais por ano a quem doar cocô

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Uma organização sem fim lucrativos chamada OpenBiome tem atraído a atenção nos EUA, ao oferecer cerca de 35 mil reais para doadores de cocô. No país é comum as pessoas receberem pagamento por doações de sangue, óvulos e sêmen, por exemplo. As fezes doadas serão usadas para tratar pacientes com infecções causadas pela bactéria Clostridium difficile, que causa graves problemas gastrointestinais e, muitas vezes, é resistente a antibióticos. No tratamento, fezes saudáveis são processadas no estômago do paciente, via endoscopia, tubos nasais ou cápsulas. Mas não é fácil encontrar doadores. Organização dos EUA paga cerca de 35 mil reais por ano para doares de cocô que forem aprovados em testes para tratamento de pacientes com infecções causadas por bactéria.

 

 

 

 

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Mulher morre após ser atropelada e esmagada por carro do marido enquanto ele o estacionava

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Uma mulher de 65 anos morreu após ser atropelada e esmagada pelo marido, que tentava estacionar o veículo em uma garagem subterrânea, perto de uma loja de departamentos no Japão. Segundo a polícia, Fumio Nakazawa, de 66 anos, estava tentando estacionar seu carro quando ele acidentalmente atropelou a esposa, Fukiko, e a esmagou entre o veículo e a parede da garagem. Ela foi levada às pressas para o hospital, onde morreu pouco tempo depois. A esposa teria saído do carro antes do marido estacionar, fazendo com que ele a perdesse de vista ao dar marcha ré para manobrar o veículo.

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Após cortar o pênis do marido com estilete, mulher é presa em flagrante, no Paraná

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Após cortar o pênis do marido, uma mulher de 54 anos foi presa em flagrante, em Umuarama, no noroeste do Paraná. De acordo com a 7ª Subdivisão Policial, ela está detida por lesão corporal de natureza grave. O homem, de 51 anos, foi socorrido pelos bombeiros e enviado ao Hospital São Paulo, onde está internado na UTI. Ainda não se sabe informações a respeito da possibilidade de reconstrução do órgão genital do paciente. O 25º BPM (Umuarama) informou que o crime ocorreu por volta das 19h. Uma dupla da rádio patrulha passava pelo local, no bairro Jardim Cruzeiro, quando foram dar atendimento ao caso de lesão corporal. O Corpo de Bombeiros foi acionado e encaminhou a vítima à unidade de saúde, onde o homem chegou com muita perda de sangue. De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, os médicos viram a necessidade de transferi-lo para a UTI, mas acredita-se que, ainda hoje, ele deva retornar ao quarto.

 

 

 

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Por que dizemos “alô” ao telefone?

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Por sugestão do inventor Thomas Edison. Quando o escocês Alexander Graham Bell patenteou o telefone, em 1876, queria que todo mundo atendesse o aparelho dizendo “ahoy“, uma saudação náutica. Nessa época, uma preocupação geral era como cada interlocutor iria saber que o outro queria falar. Foi cogitado adotar uma campainha para um indicar ao outro de quem era a vez. //Mas, /em 1877, /Edison escreveu uma carta ao diretor da companhia telegráfica dos EUA dizendo que não tinha certeza se a campainha era mesmo necessária. Um mero “hello” (“olá”) já resolveria o impasse. Por ser uma saudação mais comum do que “ahoy”, o “hello” acabou pegando mais rápido. O mais provável é que a palavra derive do termo húngaro “hallod”, que significa “está me ouvindo?”. O “alô” em português é uma tradução direta.

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Por que dizemos “alô” ao telefone?

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Por sugestão do inventor Thomas Edison. Quando o escocês Alexander Graham Bell patenteou o telefone, em 1876, queria que todo mundo atendesse o aparelho dizendo “ahoy“, uma saudação náutica. Nessa época, uma preocupação geral era como cada interlocutor iria saber que o outro queria falar. Foi cogitado adotar uma campainha para um indicar ao outro de quem era a vez. //Mas, /em 1877, /Edison escreveu uma carta ao diretor da companhia telegráfica dos EUA dizendo que não tinha certeza se a campainha era mesmo necessária. Um mero “hello” (“olá”) já resolveria o impasse. Por ser uma saudação mais comum do que “ahoy”, o “hello” acabou pegando mais rápido. O mais provável é que a palavra derive do termo húngaro “hallod”, que significa “está me ouvindo?”. O “alô” em português é uma tradução direta.

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